Uma câmera na mão e um breve conhecimento na cabeça. Ou quase isso...

Parafraseando Glauber Rocha:"Uma câmera na mão e um breve conhecimento na cabeça". Ou quase isso.../Desde Fevereiro de 2015.
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17 julho 2019

REALIZADA COM SUCESSO A 1ª JORNADA DE ESTUDOS SOBRE O PATRIMÔNIO IMATERIAL NO 51º FESTIVAL DE INVERNO DA UFMG EM BELO HORIZONTE MG


Foi realizada no dia 16 de Julho de 2019 no Conservatório da UFMG em Belo Horizonte a “1ª Jornada de Estudos Sobre o Patrimônio Cultural Imaterial” dentro da programação do 51º Festival de Inverno da UFMG. Com o objetivo de oferecer aos participantes um espaço de encontro e discussão entre as diversas instâncias envolvidas nas concepções e práticas do patrimônio cultural imaterial em Minas Gerais. Foram convidados representantes de comunidades cujos saberes foram patrimonializados, pesquisadores(as), universitários(as) e agentes de políticas públicas para refletirem sobre dois eixos principais: os sentidos locais do patrimônio e os desafios que o assunto hoje suscita.
A programação do evento que se estendeu entre 8 horas da manhã até às 20 horas teve a seguinte sequência:
8hs a 9hs: Credenciamento
9hs a 9h:15min: Abertura
9hs:15min a 10hs:15min: Palestra: Caminhos das culturas populares e políticas públicas de patrimônio cultural imaterial”. Palestrante: Maria Laura Viveiros de Castro Cavalcanti (UFRJ)
10hs:30 a 12hs:30: Roda de Conversa “Os sentidos locais do patrimônio:
Participantes:
# Everton Eustáquio da Silva: Presidente da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário de Contagem:
# Aparecida do Nascimento Luz: Vice Presidente da Irmandade de Nossa Senhora de Contagem:
# Iracema Pereira Moreira: Rainha Perpétua da Irmandade de Nossa Senhora do Jatobá:
# José Antônio Rodrigues: Presidente da Irmandade de Nossa Senhora do Jatobá:
# Geni Carvalho Soares: Rainha da Congada de Nossa Senhora do Rosário de Chapada do Norte;
# Maurício Aparecido Costa: Procurador Geral da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos de Chapada do Norte;
# Sidney Ti Oxossi: Babalorixá do Terreiro Ilê Wopo Olojukan.
As Moderadoras da Roda de Conversa foram as Professoras Leda Martins, Glaura Lucas e Lúcia Campos.
Ao final da roda de conversa foi aberto espaço para que o público presente no auditório fizesse perguntas aos convidados da roda de conversa.
12hs:30 min: Almoço.
14hs a 17hs: Roda de conversa: “Os desafios do Patrimônio Cultural Imaterial:
Participantes:
# Domingos Alves Correa: Folião e cabeça de folia do Terno de Folia Irmãos Corrêa (São Francisco MG)
# Antônio José Raposo: Fazedor de violas, rabecas e outros instrumentos de folias; articulador cultural e historiador (São Francisco)
# Joaci Ornelas: músico, compositor, violeiro e cantador;
# Michele Abreu Arroyo: Presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG);
# Vanilza Jacundino Rodrigues: Representante do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN)
# Françoise Jean de Oliveira: Diretora do Patrimônio Cultural, Arquivo Público e Conjunto Moderno da Pampula. (Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte;
# Mariana Ramos: Pós doutoranda do Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais da PUC Minas;
# Joana Corrêia: Doutora pelo Programa de Pós Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ.
Moderadoras: Professoras Leda Martins, Glaura Lucas e Lúcia Campos.
Também como aconteceu na primeira roda de conversa no período matutino, houve um momento destinado para perguntas do público.
17hs a 18 hs: Lançamento do livro Enlaces: estudos de folclore e culturas populares.
Organização: Maria Laura Viveiros de Castro Cavalcanti e Joana Correa.
18hs a 19hs: Apresentação de viola com Domingos Alves Correa e Joaci Ornelas.
Fonte: UFMG
Fotos: Maurício Costa

















Foto: Lúcia Campos


28 agosto 2017

CADASTRO DE VIOLAS E VIOLEIROS É PRORROGADO PELO IEPHA-MG ATÉ 31 DE AGOSTO DE 2017

O IEPHA esta cadastrando os violeiros e fazedores de violas. É fundamental que o Vale do Jequitinhonha cadastre os seus nesse processo para o registro. Por favor, cadastre-o no site do IEPHA. É importante demais para os violeiros, para a cidade e para as políticas públicas.  SE você conhece um violeiro ou luttier que mora na sua cidade ajude-o a cadastrar-se no site. Segue as informações abaixo. 
Violeiros e fazedores de violas têm até o fim de agosto para realizar o cadastro no site do Instituto
Até 31 de agosto de 2017 poderão ser cadastrados no Projeto Violas: O fazer e o tocar em Minas Gerais, violeiros (as) e fazedores de viola. Até o último dia 22/08/2017, foram registradas mais de 1000 pessoas, distribuídas por diversas regiões do estado de Minas Gerais. Mesmo com este grande alcance, algumas regiões com tradição de tocadores e fazedores de violas ainda não estão no cadastro.
Quem toca ou tem informações sobre pessoas que tocam a viola nas folias, no congado, na catira, no lundu, em rodas de viola, festejos populares, ou em outras ocasiões, ainda pode acessar o site www.iepha.mg.gov.br e conhecer mais sobre o projeto. Para realizar o cadastro, basta clicar no banner disponível no portal do Iepha-MG.
Essa ação faz parte de um estudo que o Iepha-MG deu início neste ano, sobre o fazer e o tocar a viola em Minas Gerais. O cadastro visa identificar onde estão presentes os tocadores e os fazedores do instrumento no estado e, assim, mapear as suas características. A pesquisa também pretende compreender as relações da viola com as comunidades, já que o instrumento é um dos elementos estruturantes da identidade mineira e uma das principais porta-vozes da nossa cultura.
Em maio, foi realizado um seminário em Belo Horizonte, que reuniu fazedores e tocadores de viola de Minas e de outros estados. Durante dois dias, instrumentistas, construtores e pesquisadores, debateram sobre os diversos aspectos da viola, como a história, a importância social, as técnicas de tocar e a confecção do instrumento. Outros encontros também estão previstos, desta vez nas regionais.
Ao final do projeto, o estudo será apresentado ao Conselho Estadual de Patrimônio Cultural - Conep que deliberará sobre o reconhecimento das Violas: o fazer e o tocar como patrimônio cultural de Minas Gerais.


​Para fazer o cadastro você deve clicar aqui: