Uma câmera na mão e um breve conhecimento na cabeça. Ou quase isso...

Parafraseando Glauber Rocha:"Uma câmera na mão e um breve conhecimento na cabeça". Ou quase isso.../Desde Fevereiro de 2015.
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29 outubro 2018

FORTE TEMPORAL INVADE ESCOLA, CASAS, DERRUBA MUROS E DANIFICA RUAS EM CHAPADA DO NORTE MG NO VALE DO JEQUITINHONHA


      A forte chuva que caiu sobre Chapada do Norte MG no Vale do Jequitinhonha entre a noite do Domingo dia 28 de Outubro e a madrugada da Segunda Feira dia 29 derrubou um muro da Escola Municipal Nívea de Oliveira e a enxurrada de lama invadiu salas de aula, cozinha, pátio, banheiros entre outras repartições da escola impossibilitando a realização do dia letivo. Funcionários da escola (professores, equipe de apoio, da secretaria, biblioteca, direção e a equipe responsável pela alimentação e limpeza) e colaboradores passaram toda a manhã na limpeza. Funcionários da Secretaria Municipal de Obras também compareceram na escola para ajudar nos trabalhos.
     Representantes do poder público como o prefeito Diego Eustáquio, secretários municipais e vereadores estiveram na escola verificando os estragos na Nívea de Oliveira e em casas próximas da escola, prejudicadas pela força da chuva na madrugada.
     Outros pontos da cidade também foram danificados pela chuva como uma parte do muro do Estádio Municipal Durval Queiroga Pinto que veio ao chão, trecho da Rua Itapoã que está afundando e na saída para Berilo a forte enxurrada deslocou os bloquetes da rua causando afundamento em vários pontos. Outros pontos da cidade de Chapada do Norte MG sofreram com o forte temporal que caiu sobre a cidade durante a noite e madrugada.
     A intensidade dos relâmpagos que por muitas vezes clareavam a noite chapadense também chamou a atenção durante o temporal e preocupou alguns moradores. 
Fotos: Maurício Costa




























































27 janeiro 2016

CHUVAS EM CHAPADA DO NORTE MG NO VALE DO JEQUITINHONHA AUMENTAM VOLUME DE RIOS, AMENIZAM A CRISE HÍDRICA E LEVAM ESPERANÇA Á MORADORES.

O mês de Janeiro de 2016 trouxe a partir da sua segunda quinzena a tão aguardada chuva, que tanta falta faz ao povo do Vale do Jequitinhonha. A seqüência de dias chuvosos trouxe um pouco de paz e alegria ao povo que tanto sofreu com a seca no ano anterior. O clima melhorou, o verde das matas reapareceu, o solo tão castigado recebeu pancadas de chuvas, o gado viu a pastagem reaparecer, além de amenizar os problemas da população com a crise hídrica que castiga a região há muitos meses.
Em Chapada do Norte MG o Rio Capivarí que abastece a cidade e estava seco, viu seu volume de água aumentar consideravelmente e novamente a água voltou a percorrer seu curso natural. Ao mesmo tempo em que comemora e agradece a Deus ás bênçãos recebidas com a chuva e o aumento do volume de água, a população chapadense mostra-se preocupada com a ausência de um sistema que represe a grande quantidade de água no Capivarí nestes dias finais do mês de Janeiro.
Os moradores chapadenses sonham com uma represa que armazene a água por um longo período e auxilie no abastecimento de água nos meses seguintes. Mas infelizmente por enquanto é comum assistir o Rio Capivarí com enorme volume de água no período chuvoso e posteriormente vê-lo diminuindo rapidamente assim que cessam as chuvas, até ficar completamente seco.
Ao assistir o gigantesco volume de água no Rio Capivarí através de fotografias e vídeos nas redes sociais e aplicativo de celular ou mesmo ali presente fisicamente no momento os chapadenses vivem um sentimento dúbio, de alegria e tristeza: alegria por vivenciar a obra de Deus que na sua infinita bondade faz a vida e a esperança voltar ao rio através das chuvas; e de tristeza por imaginar que as chuvas vão cessar, o rio vai secar e a falta de água vai castigar a população por muitos meses seguidos.

Embora o período chuvoso traga alguns prejuízos como: estragos maiores e a quase interdição de um trecho da BR 367, muros de adobe que caem, alagamentos em hortas e pastos, casas invadidas por água, telhados com goteiras entre outros. Mas todos são muito pequenos diante do sofrimento causado devido á falta de água nas torneiras por causa da ausência de chuvas e conseqüentemente pelo rio seco, sem água.  



































Fotos: Maurício Costa






Fotos do aplicativo WhatsAPP