Uma câmera na mão e um breve conhecimento na cabeça. Ou quase isso...

Parafraseando Glauber Rocha:"Uma câmera na mão e um breve conhecimento na cabeça". Ou quase isso.../Desde Fevereiro de 2015.
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14 janeiro 2021

Mestre Chato da Folia de Santos Reis de Santa Rita do Araçuaí contando c...

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Folias de Santos Reis de Cachoeira do Norte MG na celebração do dia 06 d...

Folia de Santos Reis de Cachoeira do Norte MG na celebração da Missa e l...

Missa de Reis com Padre Victor Hugo, Padre William, Frei Renato e Compan...

Missa de Reis com Padre Victor Hugo, Padre William, Frei Renato e Compan...

CRB- Companhia de Reis de Boa Vista na Missa do dia 06 de Janeiro de 2021

Gilmar Souza da CRB- Companhia de Reis de Boa Vista

09 janeiro 2020

"DEUS NO VALE", LIVRO SOBRE A FOLIA DE SANTOS REIS DE AUTORIA DE SEBASTIÃO JOAQUIM DE JESUS (MESTRE CHATO) É LANÇADO EM SANTA RITA DO ARAÇUAÍ DISTRITO DE CHAPADA DO NORTE MG NO VALE DO JEQUITINHONHA

No dia 06 de Janeiro de 2020 aconteceu no distrito de Santa Rita do Araçuaí em Chapada do Norte MG no Vale do Jequitinhonha o lançamento do livro “Deus No Vale-Folia de Reis em Santa Rita do Araçuaí” de autoria de Sebastião Joaquim de Jesus popularmente conhecido como Mestre Chato.
O lançamento contou com a celebração da Santa Missa presidida pelo Frei Paulo Gabriel, apresentação da Folia de Reis Mestre Chato de Santa Rita do Araçuaí, homenagens e a presença de familiares, amigos, admiradores, o renomado fotógrafo Lori Figueiró responsável pela fotografia que ilustra a capa do livro, politicos e fãs de cultura e arte.

Colaboração:
Paróquia Santa Cruz
Frades Agostinianos
Pastoral da Cultura
Folia de Reis Mestre Chato de Santa Rita do Araçuaí
Lori Figueiró


Foto da Capa: Lori Figueiró
Fotografias: Lori Figueiró



















FOTOS: FREI PAULO GABRIEL










FOTOS: LEANDRO EVANGELISTA



VÍDEOS DO FREI PAULO GABRIEL:

03 janeiro 2020

"DEUS NO VALE", LIVRO SOBRE A FOLIA DE REIS EM SANTA RITA DO ARAÇUAÍ EM CHAPADA DO NORTE MG, DE AUTORIA DE SEBASTIÃO JOAQUIM DE JESUS, O MESTRE CHATO SERÁ LANÇADO EM 06 DE JANEIRO DE 2020.

    Na Segunda Feira dia 06 de Janeiro de 2020 está agendado o lançamento do livro "Deus no Vale-Folia de Reis em Santa Rita do Araçuaí" de autoria de Sebastião Joaquim de Jesus conhecido como Mestre Chato.
     O evento será na Praça da Igreja do distrito de Santa Rita do Araçuaí no período da manhã com participação da Folia de Reis.
      Apoio: Freis Agostinianos

10 janeiro 2017

FOLIAS DE REIS É RECONHECIDA COMO PATRIMÔNIO CULTURAL DE NATUREZA IMATERIAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS


Durante um ano, equipe do Iepha cadastrou mais 1200 grupos de 326 municípios

As Folias de Minas receberam nesta sexta-feira (6/01), o reconhecimento de patrimônio cultural de natureza imaterial do Estado de Minas Gerais. Em reunião realizada na Casa Fiat de Cultura, no Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, a tradicional festa da cultura popular mineira recebeu aprovação de todos os membros do Conselho Estadual do Patrimônio Cultural – Conep, e se junta a outros três bens já registrados pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais – Iepha-MG.

O Iepha-MG  apresentou ao Conep, instituição formada por integrantes de instituições públicas e da sociedade civil, os resultados de um ano de pesquisas e que revelaram mais de 50 tipos de devoção e uma grande diversidade de folias no estado. Com 106 grupos, Uberaba, no Triângulo Mineiro, é o município que possui o maior número de grupos cadastrados. Em seguida, João Pinheiro, na região noroeste do estado, aparece com 34. Dos 1.255 grupos que realizaram o cadastro, 883 se declararam devotos aos Santos Reis, 255 a São Sebastião, 193 ao Menino Jesus e 130 ao Divino Espírito Santo.

Para Angelo Oswaldo, secretário de estado de Cultura de Minas Gerais e presidente do Conep, o Estado cumpre com o seu papel ao investir em pesquisas que resultam no reconhecimento de manifestação cultural tão presente na vida dos mineiros. "Os reizados representam uma das parcelas mais ricas do patrimônio cultural mineiro, e nós estamos reconhecendo tanto as folias de reis quanto as do Divino Espírito Santo, São Sebastião e São benedito", diz o secretário. "São milhares de pessoas em Minas Gerais que mantém viva essa tradição", celebra.

Michele Arroyo, presidente do Iepha-MG, destaca que, pela primeira vez, o Conep reconhece um bem de natureza imaterial que está presente em todo o estado de Minas Gerais. “A metodologia participativa para o reconhecimento e identificação do patrimônio cultural, seja material ou imaterial, reafirma o compromisso do Iepha-MG de ouvir as comunidades detentoras do saber e estabelecer um diálogo com as pessoas. Mais uma vez encontramos na cultura popular umas das maiores riquezas do estado, uma tradição”, ressalta a presidente.

Além das Folias de Minas, outros três bens culturais já foram reconhecidos como patrimônio imaterial do Estado: o Modo Artesanal de Fazer o Queijo da Região do Serro – em 2004; a Festa de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos de Chapada do Norte – em 2013; e a Comunidade dos Arturos – em 2014.

Patrimônio material
No último dia 20 de dezembro de 2016, o Conep também aprovou por unanimidade o tombamento do Centro Histórico de Grão Mogol, localizado na região norte do estado, e que se junta a outros bens culturais já protegidos por tombamento e reconhecidos como patrimônio cultural de Minas Gerais.

Três séculos de Folias de Minas
As folias possuem mais de três séculos de prática e forte representatividade na religiosidade e cultura mineira. Em geral, são organizadas por um grupo de devotos, saindo na chamada “jornada” ou “giro”, que passa pelas casas da comunidade, cantando e festejando para o santo de devoção do grupo.

Estas manifestações culturais acontecem em todo o território mineiro e se revelam de diferentes formas e com várias nomeações. Chamadas também de “terno”, “charola” e “companhia”, os grupos se organizam para homenagear diversos santos, e não apenas os Reis Magos, como acontece nas Folias de Reis.

O processo de reconhecer uma manifestação tão significativa em um patrimônio imaterial é de extrema importância. Quando um bem é reconhecido, além de ganhar visibilidade, tornando-se mais conhecido, faz com que o poder público se comprometa com o estabelecimento de medidas de salvaguarda, capazes de incentivar a perpetuação da manifestação cultural.
Fonte:  
Foto de Capa: Paulo Filgueiras/EM/D.A Press
Links de vídeos no Youtube da Folias de Reis Mestre Chato de Santa Rita do Araçuaí em Chapada do Norte MG:




09 dezembro 2016

PROJETO DE LEI DO DEPUTADO ESTADUAL DR. JEAN FREIRE VISA INSTITUIR O DIA ESTADUAL DA VIOLA CAIPIRA

O deputado estadual Dr. Jean Freire — vice-líder do Bloco Minas Melhor na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG) — apresentou projeto de lei para estabelecer, em Minas Gerais, o “Dia Estadual da Viola Caipira”, a ser comemorado em 28 de agosto. 
Com o número 3930/16, a matéria tramita na ALMG. A escolha da data foi motivada por ser o dia em que nasceu o violeiro Renato Andrade, considerado um dos maiores mestres da viola caipira instrumental. Renato Andrade tornou-se um virtuoso violeiro que mesclava o erudito ao popular e introduziu a viola caipira nas salas de concerto.
A viola caipira, também conhecida como sertaneja, cabocla ou brasileira, é um instrumento musical de cordas, sendo símbolo da música popular brasileira, principalmente no interior do país, nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul e Tocantins. Sua origem se vincula à viola portuguesa, tendo sido introduzida pelos primeiros habitantes do Brasil. É o símbolo da música sertaneja ou música de raiz e tradição passada de geração em geração. 
Em Minas Gerais, a viola está presente em diversas manifestações como a Catira e Folias de Reis. Em certas regiões, por tradição, carregam pequenos chocalhos feitos de guizo de cascavel, que, segundo a lenda, protegem os violeiros. A viola é um instrumento fundamental nas comemorações tradicionais de inúmeras comunidades mineiras, em especial nas festas religiosas, durante as missas e atividades culturais diversas. Minas Gerais é o berço dos principais violeiros do Brasil como Renato Andrade, Zé Côco do Riachão, Chico Lôbo, Roberto Correa, Pereira da Viola, Wilson Dias, Bilora, João Mulato, Braz da Viola, Ivan Vilela, Tião Carreiro, Joaci Ornelas, Téo Azevedo, Dona Jandira, Celso Adolfo, Gustavo Guimarães e tantos outros espalhados pelas Minas, pelos Gerais, pelo Brasil e pelo mundo.
Segundo o poeta, escritor e compositor João Evangelista Rodrigues: “A viola caipira possui magia própria, eleva o espírito, amplia a percepção, educa a sensibilidade, aprimora o gosto. E pouco importa se fala de temas comuns e cotidianos, se fala do amor, da vida na roça, da natureza, ou se conta uma história acontecida ou inventada. Não importa se chora ou protesta. Quando cultivada com maestria e sinceridade própria de quem ama e conhece, a viola caipira sempre toca coração e mente de todas as pessoas. É instrumento vibrante. Transita com a mesma desenvoltura pelas mãos dos mestres nas folias, folguedos e festejos populares, nos bailes da roça, nos teatros e palcos urbanos. Não há dúvida de que, por suas características e pela autenticidade dos valores que representa e defende, a viola caipira é símbolo da identidade da cultura popular brasileira”.
A criação do “Dia Estadual da Viola Caipira” promoverá ações voltadas para o incentivo e para manter viva esta cultura popular musical. 
Foto e Fonte: Assessoria de Comunicação do Deputado Estadual Dr. Jean Freire